Prefeito de Campina Grande demite prestadores para cortar gastos

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Romero Rodrigues (PSDB) prefeito de Campina Grande prorrogou por mais dois meses o decreto que apresenta um corte mensal de R$ 1,1 milhão no orçamento do Poder Executivo. Perante a prorrogação da crise econômica, o gestor explicou que a medida seria necessária para garantir o pagamento do novo salário mínimo e o  piso do professor a partir de maio, além de manter o cronograma de obras. Porém, a Secretaria de Educação demitiu 250 prestadores de serviços.

O decreto foi editado em 1º de setembro de 2015, com validade até 31 de dezembro com uma economia de R$ 4,4 milhões. Depois, foi reeditado em janeiro e fevereiro e foi prorrogado por mais dois meses. “As receitas de janeiro e fevereiro de 2016, a exemplo do FPM e ICMS, são inferiores ao do ano passado, enquanto as despesas aumentaram. Tivemos que pagar o novo salário mínimo e pagaremos o reajuste de 11,36% do piso do professor até maio na data-base. Ao mesmo tempo, estamos cumprindo o cronograma de obras, a exemplo da Alça Leste, complexo habitacional Aluízio Campos, praça Liberdade e pavimentação de dezenas de ruas, entre outras realizações”, explicou Romero.

Devido à contenção de gastos, os salários do prefeito Romero Rodrigues e do vice-prefeito Ronaldo Cunha Lima Filho, foram reduzidos em 40%. Sendo assim, o salário do prefeito foi reduzido de R$ 20 mil para R$ 12 mil, enquanto o do vice caiu de R$ 12 mil para R$ 7,2 mil. Houve também, redução de 20% nas gratificações dos secretários e ocupantes de cargos comissionados  e da gratificação de produtividade (GIT) do setor de saúde, como também da proibição de contratação de novos prestadores de serviços.

 

 

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