Durante o evento Eleja-se! realizado no município de Patos o advogado Dr. Eudes da Costa Filho especialista em direito eleitoral afirmou: “Sem a participação do cidadão não se vai a lugar nenhum”

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Dr. Eudes da Costa Filho, advogado e especialista em direito eleitoral, participou do Congresso de Direito, Marketing, Pesquisa e Contabilidade Eleitoral: Eleja- se!, que aconteceu no município de Patos.

O evento foi realizado no auditório do SEBRAE na última quinta-feira (14) e contou com a participação de diversas pessoas que tinham o objetivo de compreender e ao mesmo tempo, aperfeiçoar o entendimento sobre as mudanças que ocorrem nas eleições de 2016.

Segundo o Dr. Eudes da Costa, ocorreram algumas mudanças eleitorais que precisam ser conhecidas por todos envolvidos, sejam candidatos ou pessoas envolvidas de forma direta e indireta no processo.

Patos Online

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“Fizeram uma mini reforma eleitoral, ela é mini no nome, mas para a questão processual, para a questão eleitoral, ela é uma reforma muito extensa e complexa. Os principais pontos que a gente tem é a redução dessa campanha eleitoral. Antes a campanha eleitoral tinha três meses e agora ela reduziu para quarenta e cinco dias. O que implica numa maior simplicidade, inclusive com limitação de gastos, ou seja, hoje em dia você vê a propaganda, não existe mais aquela propaganda que você afixa placas e bandeiras em casas. A gente vai voltar para aquela campanha que era a foto dos candidatos nas casas”, disse Dr. Eudes.

Ainda de acordo com Dr. Eudes, as mudanças ocorridas,  igualaram as oportunidades para os candidatos, antes os gastos feitos por partes deles, eram exorbitantes, porém, agora já não será mais possível gastar tanto. Houve uma certa limitação nos gastos para evitar disparidades dentro da democracia. Dr. Eudes é defensor de um valor igual de gastos para cada cidadão e doador.

Entre os assuntos abordados, Dr. Eudes informou que é importante prestar mais atenção na prestação de contas, pois as mudanças devem ser muito bem acompanhadas para evitar cassação e se configure caixa dois, bem como gastos ilícitos no decorrer da campanha.

O advogado fez questão de deixar clara uma das questões da democracia: “Sem a participação do cidadão não se vai a lugar nenhum”.

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